Minha alma escorre como em um rio de palavras. Sou uma metáfora que ressoa como um gemido de uma Fênix em pedaços. Há uma chama que consome minha imagem, meu reflexo e meu aroma. Estou perdido, sem memória possivel, desaparecido e pulsando. Não há mais sóis nem templos de ilusão. Existo como um EU, que se reconstroi entre cacos e silêncio.
Domingo, Dezembro 05, 2004
Desculpe pessoal, mas tirei esse desenho para economizar espaço no blog. Um abraço a todos, estou de volta.
(L. F. Calaça | 20/02/2004)
postado por: LUIZ FERNANDO CALAÇA DE SA JUNIOR 9:56 AM Comments: